A nossa próxima Jornada acontecerá no dia 08 de março, domingo, e terá como destino a Cachoeira da Gameleira, situada no município de Juazeiro (BA). Apesar das suas dimensões reduzidas, o local apresenta um conjunto de grande beleza, formado por rochas, lago, vegetação e queda d´água, onde se pode inclusive tomar banho e explorar as redondezas à pé.
O lugar fica distante cerca de 65Km do centro de Petrolina, sendo que metade do percurso é formado por estradas de terra. Por isso, o tempo total para chegar lá será de cerca de duas horas e meia. Durante o período da visita, haverá tempo suficiente para fazer uma boa exploração fotográfica do lugar e das redondezas. Os que quiserem poderão também levar roupa de banho para se refrescar nas águas do lago formado pela queda d´água. Todos deverão levar bastante água e lanches, pois não há nada para comprar no local. O lanche será o próprio almoço de cada um, portanto não deixem por menos.
O local, infelizmente, o local apresenta uma certa quantidade de garrafas de bebida quebradas e jogadas no chão, entre as pedras. Além disso, também existem muitas plantas que causam graves queimaduras na pele. Assim, recomendamos fortemente que todos venham calçados com botas ou tênis (nem pensem em usar sandálias ou vir descalços) e usar calças compridas, de preferência jeans, pois shorts e bermudas poderão facilitar cortes e queimaduras. Outra recomendação importante refere-se ao ingresso nas águas da lagoa. Recomendamos fortemente que se evite pular do alto das rochas para o lago, uma vez que não conhecemos a profundidade do mesmo em toda a sua extensão. O mais seguro será entrar na água pela parte de baixo, o que esperamos seja cumprido por todos que desejarem entrar na água.
O micro-ônibus chega até perto do local, porém haverá necessidade de se caminhar os últimos 500m, tanto na ida quanto da volta. As inscrições dessa vez serão limitadas à lotação do micro-ônibus, que comporta 21 pessoas.
Expedições mensais de exploração e documentação das belezas naturais, das atrações turísticas, do estilo de vida, das tradições, da história e da cultura no sertão nordestino e no Vale do São Francisco.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Uma Jornada borbulhante
Passava um pouco das 7:00h da manhã quando os 39 participantes da 45ª Jornada Fotográfica ocuparam os assentos do nosso ônibus - pela primeira vez, um ônibus grande - em direção à Ilha do Pontal em Vermelhos (Lagoa Grande). Depois de desembarcar no Cais de Vermelhos, foi a vez de trocar o conforto e a segurança sobre rodas pela instabilidade e a emoção dos barquinhos que fazem a travessia até a Ilha do Pontal.
Divididos em dois barcos, e com as máquinas nas mãos, chegamos lá em menos de 10 minutos e seguimos caminhando por outros 15 até a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios. Construída pelos índios no início do século XIX, ela comove pelo despojamento da sua decoração, pelos resquícios da sua história espalhada por todos os cantos, e também pelo anexo onde estão guardadas fotografias e ex-votos de fiéis. Ao lado da igreja, o cemitério onde são enterrados os moradores mais antigos de Lagoa Grande, também chamou a atenção de vários do nosso grupo.
Às 10:00 precisamos retornar para os barquinhos e em seguida para o ônibus, a fim de nos deslocar e iniciar a visita na Vitivinícola Santa Maria, no mesmo distrito de Vermelhos. Lá fomos recebidos por guias nos levaram inicialmente para o viveiro de mudas, depois para a área plantada e finalmente para a fábrica. Na plantação foi difícil não querer experimentar os cachos maduros e muito doces de aragonez que estavam por toda parte. Algo que, naturalmente, ninguém resistiu. Na fábrica, conhecemos o processo industrial de fabricação de vinhos e espumantes e visitamos a sala das barricas, que não foram poupadas pelas nossas máquinas.
Um pouco antes das 13:00h chegamos na casa de hóspedes, situada na margem do rio, onde pudemos relaxar, almoçar e, é claro, experimentar os vinhos produzidos no lugar. Algo que foi feito com muita animação e serviu para embalar o passeio de catamarã que viria em seguida. Antes disso, no entanto, um grupo ainda foi até a loja da vinícola para fazer compras.
Dentro do barco, apreciamos a vista espetacular do rio e fomos até o local conhecido como Praia de Isis, uma espécie de banco de areia situado no meio do rio, onde paramos para tomar banho numa área bastante rasa. Embalados pelos espumantes, pelo calor gostoso, pela frescura da água, pela animação da conversa, pela linda vista e pela alegria de estar junto com os amigos, o tempo correu lentamente e o teor alcoólico geral subiu rapidamente. Não mais do que suficiente, no entanto, para garantir um final de tarde inesquecível e deixar registros e sensações que ficarão na memória de todos por muito tempo.
Do catamarã fomos direto para o ônibus e chegamos em Petrolina por volta das 19:30h. Um pouco cansados, mas definitivamente renovados para iniciar a semana com a certeza de quem tirou o máximo do domingo e ainda trouxe muitas boas fotos para casa.
Divididos em dois barcos, e com as máquinas nas mãos, chegamos lá em menos de 10 minutos e seguimos caminhando por outros 15 até a Igreja de Nossa Senhora dos Remédios. Construída pelos índios no início do século XIX, ela comove pelo despojamento da sua decoração, pelos resquícios da sua história espalhada por todos os cantos, e também pelo anexo onde estão guardadas fotografias e ex-votos de fiéis. Ao lado da igreja, o cemitério onde são enterrados os moradores mais antigos de Lagoa Grande, também chamou a atenção de vários do nosso grupo.
Às 10:00 precisamos retornar para os barquinhos e em seguida para o ônibus, a fim de nos deslocar e iniciar a visita na Vitivinícola Santa Maria, no mesmo distrito de Vermelhos. Lá fomos recebidos por guias nos levaram inicialmente para o viveiro de mudas, depois para a área plantada e finalmente para a fábrica. Na plantação foi difícil não querer experimentar os cachos maduros e muito doces de aragonez que estavam por toda parte. Algo que, naturalmente, ninguém resistiu. Na fábrica, conhecemos o processo industrial de fabricação de vinhos e espumantes e visitamos a sala das barricas, que não foram poupadas pelas nossas máquinas.
Um pouco antes das 13:00h chegamos na casa de hóspedes, situada na margem do rio, onde pudemos relaxar, almoçar e, é claro, experimentar os vinhos produzidos no lugar. Algo que foi feito com muita animação e serviu para embalar o passeio de catamarã que viria em seguida. Antes disso, no entanto, um grupo ainda foi até a loja da vinícola para fazer compras.
Dentro do barco, apreciamos a vista espetacular do rio e fomos até o local conhecido como Praia de Isis, uma espécie de banco de areia situado no meio do rio, onde paramos para tomar banho numa área bastante rasa. Embalados pelos espumantes, pelo calor gostoso, pela frescura da água, pela animação da conversa, pela linda vista e pela alegria de estar junto com os amigos, o tempo correu lentamente e o teor alcoólico geral subiu rapidamente. Não mais do que suficiente, no entanto, para garantir um final de tarde inesquecível e deixar registros e sensações que ficarão na memória de todos por muito tempo.
Do catamarã fomos direto para o ônibus e chegamos em Petrolina por volta das 19:30h. Um pouco cansados, mas definitivamente renovados para iniciar a semana com a certeza de quem tirou o máximo do domingo e ainda trouxe muitas boas fotos para casa.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Natureza exuberante
Os dois dias de acampamento no Parque Estadual das Sete Passagens em Miguel Calmon (BA), realizado em dezembro do ano passado, estão aqui registrados através de 210 imagens selecionadas entre a produção de 37 dos 44 participantes da 44ª Jornada Fotográfica. Elas oferecem um amplo e delicioso panorama sobre a beleza e a diversidade desse lugar, incluindo a sua flora, a sua fauna e paisagens de tirar o fôlego. Para conferir, é só clicar aqui. Parabéns, jornadeiros, por escrever mais um belo capítulo da nossa história e por revelar ao mundo os encantos da nossa região!
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Convocação para a 45ª Jornada Fotográfica - Ilha do Pontal e Vitivinícola Santa Maria
A primeira Jornada de 2015 acontecerá no próximo dia 08 de fevereiro, domingo, na Ilha do Pontal e na vitivinícola Santa Maria, ambas em Vermelhos, distrito de Lagoa Grande (PE). A intenção é explorar um pouco da região e conhecer uma das principais produtoras de vinhos do Vale do São Francisco.
A partida acontecerá às 7:00hs do domingo, dia 08/02, do local habitual (Praça do Centenário, ao lado da Igreja Matriz, no centro de Petrolina). Nós iremos diretamente para o Cais de Vermelhos, onde atravessaremos para a Ilha do Pontal com barqueiros que trabalham no local. A travessia dura cerca de 10 minutos. Uma vez na ilha, nós iremos a pé (~15 minutos) até a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, que fica no centro da ilha, e que estará aberta para a nossa visitação. Supostamente erguida por indígenas que habitavam a ilha, ela é tão antiga que não existem registros sobre a data da sua construção. Depois disso nós retornaremos para o Cais de Vermelho e partiremos em direção à vitivinícola Santa Maria (Rio Sol), onde passaremos o restante do dia.
Ao chegar lá iremos conhecer as áreas plantadas e depois a produção. Em seguida, almoçaremos na casa de hóspedes da fazenda e descansaremos um pouco. Por volta das 15:00h iremos de catamarã até uma ilha que fica ao lado da Ilha do Pontal, e onde está a Praia de Ísis, que recebeu esse nome depois de ficar famosa com as filmagens da minissérie Amores Roubados com a atriz Ísis Valverde. Nesse percurso haverá parada para banho de rio para os interessados. No final da tarde retornaremos para a casa de hóspedes, e daí para o nosso ônibus que nos trará de volta. A chegada em Petrolina está prevista para às 19:00h.
A partida acontecerá às 7:00hs do domingo, dia 08/02, do local habitual (Praça do Centenário, ao lado da Igreja Matriz, no centro de Petrolina). Nós iremos diretamente para o Cais de Vermelhos, onde atravessaremos para a Ilha do Pontal com barqueiros que trabalham no local. A travessia dura cerca de 10 minutos. Uma vez na ilha, nós iremos a pé (~15 minutos) até a Capela de Nossa Senhora dos Remédios, que fica no centro da ilha, e que estará aberta para a nossa visitação. Supostamente erguida por indígenas que habitavam a ilha, ela é tão antiga que não existem registros sobre a data da sua construção. Depois disso nós retornaremos para o Cais de Vermelho e partiremos em direção à vitivinícola Santa Maria (Rio Sol), onde passaremos o restante do dia.
Ao chegar lá iremos conhecer as áreas plantadas e depois a produção. Em seguida, almoçaremos na casa de hóspedes da fazenda e descansaremos um pouco. Por volta das 15:00h iremos de catamarã até uma ilha que fica ao lado da Ilha do Pontal, e onde está a Praia de Ísis, que recebeu esse nome depois de ficar famosa com as filmagens da minissérie Amores Roubados com a atriz Ísis Valverde. Nesse percurso haverá parada para banho de rio para os interessados. No final da tarde retornaremos para a casa de hóspedes, e daí para o nosso ônibus que nos trará de volta. A chegada em Petrolina está prevista para às 19:00h.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Pequena retrospectiva de um grande ano
O ano começou com um recorde de participantes e terminou com a repetição do mesmo. Entre esses dois momentos, muitos desafios foram encarados e superados com distinção pela nossa turma de fotógrafos. Além deles nós tivemos também, é claro, as nossas festas, a nossa exposição anual, muitas amizades novas e alguns eventos especiais.
Fevereiro foi o mês da Serra Dez, aventura que exigiu grande sacrifício dos 44 jornadeiros (recorde de participantes até então) para subir e descer o morro até chegarmos no sítio arqueológico que fica atrás do mesmo. Falta d´água, calor excessivo e trilha difícil durante cerca de seis horas de caminhada foram vencidos com muita solidariedade e perseverança, que afinal resultaram em lindas imagens da região.
Um grupo menor decidiu passar um carnaval diferente no mês de março. No Parque Nacional Serra da Capivara nós tivemos a oportunidade de fazer trilhas espetaculares com graus variados de dificuldade. Enquanto um grupo menor seguia pelas trilhas menos complicadas, um outro grupo escalou paredões de rocha, caminhou por trilhas estreitas em grandes alturas e se desdobrou para usufruir de toda a beleza proporcionada pelo local. A emoção da Angela Maria no topo da escadaria de um dos paredões e a coragem do Rafael Lechado ao encarar as dificuldades da subida e da descida ficarão para sempre na memória de todos que ali estavam.
Depois de tanta dificuldade no meio da natureza, abril colocou todo mundo dentro um ônibus que faz um trajeto circular em Petrolina, numa Jornada pra lá de original. Com a máquina numa mão e a outra procurando manter o equilíbrio dentro de um ônibus lotado, não foi nada fácil conseguir boas imagens dos passageiros e dos locais por onde passamos. No final, um almoço de confraternização em clima de despedida, já que logo em seguida eu mesmo estaria embarcando para o exterior.
Por causa da minha ausência, foram feitos planos para que as Jornadas de maio e junho acontecessem sem sobressaltos. Fizemos reuniões de organização, dividimos as tarefas, nomeamos os responsáveis e, no final, tivemos a satisfação de ver as Jornadas acontecendo normalmente, graças ao empenho de todos que se dispuseram a ajudar, principalmente a Danielly Beserra e a Júnnia Moreira. Dessa maneira eu pude contemplar, com grande alegria, do Velho Continente, a criança amadurecendo e caminhando com as suas próprias pernas: em maio na Ilha do Fogo e em junho na Festa de Santo Antônio na Ilha do Massangano.
O segundo semestre começou, assim como o primeiro, com duas jornadas de trilhas em locais selvagens. Em agosto, São Gonçalo da Serra atraiu um bom número de participantes que, depois de caminhar sem grande dificuldade pelo leito de um rio seco e escalar algumas rochas mais elevadas, parando para apreciar as pinturas rupestres do lugar, pôde relaxar e se confraternizar no balneário do Chico Periquito e ainda fotografar a "super lua" na barragem de Sobradinho.
Bodocó, em setembro, foi uma jornada complicada mas ao mesmo tempo muito rica. No primeiro dia conhecemos - e experimentamos, com muita animação - as fábricas de doce de leite e de queijos locais na parte da manhã e fizemos uma trilha leve na parte da tarde. Ninguém poderia imaginar, no entanto, o que o dia seguinte nos reservaria: conduzidos por um guia despreparado, nos vimos subindo a Pedra de Claranã por uma trilha extremamente difícil. Os que conseguiram chegar ao final da mesma ainda tiveram que exibir os seus dotes para escalar as rochas lisas e cada vez mais altas que revelavam lindas paisagens mas ao mesmo tempo geravam aflição e preocupação com a segurança coletiva. Respirar tranquilo, mesmo, só quando retornamos ao pé da Pedra e, um pouco depois, quando conseguimos encontrar a cerveja gelada que teve gosto de troféu. Para terminar, um passeio na tarde de domingo pelo centro da cidade, fotografando os jogadores de dominó e curiosos.
Uma turma grande, com diversos novatos, se apresentou para a Jornada de setembro, quando descansamos um pouco de tanta emoção e visitamos a Oficina do Artesão e o Parque Zôo-Botânico em Petrolina em outubro. Dessa maneira, dois importantes patrimônios culturais da cidade estiveram sob a mira das nossas lentes e produziram, como não poderia ser diferente, belas imagens da nossa arte e da nossa fauna. Um animado almoço que se estendeu por mais de sete horas, no Bodódromo, coroou o clima de confraternização e alegria que permearam a Jornada.
Novembro foi a vez de conhecermos uma importante e tradicional manifestação religiosa da região, a Romaria da Gruta de Patamuté em Curaçá. Foi uma Jornada de 24 horas, muito intensa e com poucas horas de sono ou descanso. Partimos na sexta-feira de noite, pernoitamos em Curaçá e no sábado, antes do sol nascer, já estávamos a caminho da gruta, onde não vimos as horas passar por conta do impacto e da beleza da cerimônia e do local, assim como da riqueza dos temas fotográficos ali encontrados. Fisicamente esgotados antes mesmo do meio-dia, ainda reunimos forças para um animado almoço na vila de Patamuté, uma visita ao cemitério local, o retorno para Curaçá e uma última visita para a jornadeira Rosana Machado que acabava de se mudar para a sua nova casa na cidade.
A última Jornada do ano atraiu o mesmo número de participantes que a primeira: para levar os 44 jornadeiros para o Parque Sete Passagens em Miguel Calmon (BA) foi necessário alugar dois micro-ônibus, assim como em fevereiro. De novo eu não pude estar presente, mas de novo eu tive a grata satisfação de ver o empenho da Flavia Ramos e da Danielly Beserra transformarem em realidade todos os detalhes que uma Jornada que eu já vinha organizando há um certo tempo. No final das contas, apesar da chuva e do frio durante a noite, o passeio/acampamento foi muitíssimo bem aproveitado, como atestam as resenhas e as imagens que estamos acostumados a ver no Facebook depois de cada Jornada.
Jornadas Fotográficas não é, para quem conhece, apenas jornadas fotográficas. A nossa Jornada vai muito além, e por isso não seria possível deixar de lembrar tantos outros momentos que marcaram o ano. Senão, tivemos o curso de capacitação em primeiros socorros, resultado quase que direto da nossa experiência em Bodocó, as confraternizações com Daniel Meirinho e Lídio Parente, a festa de final de ano no muro do Zé e a publicação de fotos de jornadeiros na revista EXTRAmuros da UNIVASF.
O quarto aniversário, comemorado em outubro, foi marcado pela exposição "Riso a Cavalo e Galope do Sonho". Com diversas novidades em relação às nossas exposições anteriores, todas elas originadas dentro do próprio grupo e amplamente discutidas entre os seus membros, ela refletiu o grau de maturidade que o projeto já atingiu e por causa disso alcançou excelente receptividade junto ao seu público. É claro que não faltou uma festa de aniversário bem animada, como também já é tradição nessa época. Com muita originalidade, jornadeiros novos e veteranos colocaram as suas fantasias e, com total desenvoltura, desempenharam os seus personagens numa inesquecível noite de sábado na Sociedade 21 de Setembro ao som do DJ Fred Rios. Finalmente, impossível não lembrar da tocante mensagem de aniversário escrita pela jornadeira Joana Pereira, a qual foi lida por ela de pé no corredor do ônibus, na noite em que voltávamos de Curaçá.
O ano viu ainda pessoas queridas se afastarem do grupo (temporariamente), entre elas Luciana Cajado (temporariamente?), Tereza Roberta, Suzana Leal e Júnnia Moreira. Mas viu também uma grande leva de novos adeptos daquilo que já podemos chamar de "cultura jornadeira": uma combinação harmoniosa e bem equilibrada de valores abrangendo fotografia, aventura, cultura, viagens, diversão, amizade, solidariedade e companheirismo. Uma cultura que se mostra eficaz na medida em que nos permite conhecer e nos relacionar com um número crescente de pessoas interessantes e interessadas naquilo que fazemos.
O ano se encerra com a certeza de que estamos no caminho certo, e que ainda há muito por fazer. De que a nossa fórmula é bem-sucedida e está cumprindo a sua missão com louvor. De que o projeto não é pessoal mas sim coletivo, e que já consegue se manter mesmo sem a presença do seu coordenador. Foram muitas emoções, de todos os tipos, em graus variados e para todos os gostos. Mas o que importa é que tudo o que aconteceu serviu para estreitar os nossos laços de amizade, abrir os nossos horizontes, agregar mais conhecimento, proporcionar mais diversão, melhorar o nosso auto-conhecimento e promover o nosso amadurecimento, tanto pessoal quando fotográfico. Por tudo isso, sou grato a cada um de vocês. E, naturalmente, espero sempre mais para os próximos anos: mais amigos, mais jornadas, mais viagens, mais aprendizado, mais crescimento, mais fotografia. Sem esquecer, é claro, do nosso próprio ônibus e, quem sabe, do nosso avião!
Um grande abraço para todos e um ótimo 2015 para vocês, as suas famílias e a nossa família.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Confraternização no muro do Zé
Aconteceu no último dia 14 de dezembro, na casa dos jornadeiros José Carlos, Joana e Catarina, a tradicional festa de final de ano do nosso grupo. A animação total foi, como sempre, a marca registrada do encontro, que ainda teve amigo secreto com fotografias de autoria dos próprios participantes. A foto acima é de autoria do jornadeiro Maurício André.
Jornadas Fotográficas na EXTRAmuros
É com grande honra e satisfação que vemos o nosso grupo presente na nais recente edição da revista EXTRAmuros, uma publicação da Pró-Reitoria de Extensão da UNIVASF. Com um texto de apresentação elaborado por mim e por Cecilio Bastos, a edição é ilustrada com fotos dos jornadeiros Douglas Iuri e Luciana Cajado, e ainda traz uma foto da jornadeira Jennifer Lee Palmer na capa. Para ler a edição completa, basta clicar aqui. Em nome de todo grupo, deixo aqui registrado os sinceros agradecimentos ao Prof. Dr. Fulvio Torres Flores, editor da revista, e toda a equipe de produção da mesma.
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